Tia I: M esse chocolate é da tia B!
sobrinha M: agora é meu! - diz ela muito irritada. - eu quero ele!
Tia I: como é q se pede o chocolate à tia?
sobrinha M: dá me já o meu chocolate!
Tia I: se... faz..
sobrinha M: dá me já!!!!!
A tia I dá o chocolate à menina.
Tia I: o que é que se diz à tia?
sobrinha M: tu não comes!!
passado um pouco, tava ela ao meu colo e a dar me beijinhos, quando lhe digo:
- gosto tanto de ti pequena!
Sobrinha M: Obrigada! (diz ela com um grande sorriso)
E são estas pequenas (grandes) coisas que me fazem mesmo feliz, depois de um dia terrivel, em que fiz a escolha mais dificil de sempre.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Vem até mim
com olhar de esperança,
deixando no ar
riso de criança
que é inocente
e quer um amigo,
com quem partilhar
o que faz sentido
Sentimento puro
o que de repente
vejo no futuro
com um olhar diferente
de quem vê o mundo
sem qualquer maldade
despido de tudo
o que for vaidade,
buscando somente
a grandeza imensa
de quem tem,
por dentro,uma alma intensa...
Menção Honrosa
Concurso de Poesia da APPACDM de Setúbal
ano de 1999
(Dedicado a todos os cidadãos deficientes Mentais)
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Sentido
Há dias que sinto falta de chamar "mãe".
Há dias que a saudade vem e não vai embora, mesmo que eu peça com muita força para não me sentir assim.
Há dias que me sinto triste e nem almoços e lanches com as melhoras amigas me fazem bem.
Há dias que nem aquele tão esperado (mas não sentido) "amo-te" me faz sorrir.
Há dias que tremo violentamente e não é de frio, mas sim de dor.
Há dias que penso que não consigo viver sem ti.
Há dias que respiro fundo e lembro-me de tua voz, do teu cheiro.
Há dias que te ouço baixinho a chamar por mim.
Há dias que corro até ti mas não te encontro.
Há dias assim e hoje é um desses.
Amo-te mãe.
Há dias que a saudade vem e não vai embora, mesmo que eu peça com muita força para não me sentir assim.
Há dias que me sinto triste e nem almoços e lanches com as melhoras amigas me fazem bem.
Há dias que nem aquele tão esperado (mas não sentido) "amo-te" me faz sorrir.
Há dias que tremo violentamente e não é de frio, mas sim de dor.
Há dias que penso que não consigo viver sem ti.
Há dias que respiro fundo e lembro-me de tua voz, do teu cheiro.
Há dias que te ouço baixinho a chamar por mim.
Há dias que corro até ti mas não te encontro.
Há dias assim e hoje é um desses.
Amo-te mãe.
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